escrevo o teu nome no meu ventre
com a cólera da alvorada
pronuncio-te sem remédio
e o teu eco forma
pequenos depósitos
de matérias vagas e luzes.
tudo quanto dominas te sujeita,
um estranho culto de brumas.
parece que algo te arrastará
aonde a luz redime.
(no teu corpo tudo é expiação
e claridade
e enxame)
Bárbara Butragueño,
poeta espanhola, natural de Madrid.
Poema com tradução de Tiago Nené.

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