Devia ser um dia de celebração, e também o será, com iniciativas várias espalhadas pelo país. Mas podia ser um dia de luta, ou pelo menos de perguntas, um dia para perguntar à Câmara Municipal de Lisboa se não pode ter uma palavra a dizer sobre o encerramento de duas livrarias-alfarrabistas da cidade (e duas das boas, e numa cidade que recentemente viu fechar a Barateira e que deve uma parte importante da sua identidade às livrarias e aos alfarrabistas). A notícia do DN esclarece quem ainda possa não saber que a Artes e Letras e a Olisipo têm os dias contados.
Dia Mundial do Livro
Texto originalmente publicado em Cadeirão Voltaire
