Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato que Borges faz do tango vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia – conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue.

Conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de compadritos, «mulheres de má fama», histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e  melodramático.

Nota de Imprensa da Quetzal

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