«O meu parceiro
Troca lá cartas por notas
É trapaceiro
Sabe sempre dar-lhe a volta
E quando vem é para ficar
[...]
O meu amor
Vive lá para o Quebra Costas
Em mim insiste
Às escuras e às apostas
Tão turbulenta quanto o mar
[...]
E quando lembro que a cidade
É nua por metade
E é um quarto de prisão
Essas instâncias dão saudade
Da terra e da humildade
Que a vila tem à mão
Pois tenho dividido
Meu pobre coração»