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| Fotografia da minha autoria |
«Qual é a saída»
Quero estar perto
Ser o teu rumo certo
Abrir as asas
E não querer partir
Um porto seguro
Um brilho no escuro
Uma alma inquieta
Sem pensar em fugir
Somos instantes
Medos incessantes
E um rasgo de luz
Finitude
Um ponto em desalinho
Sem pressas
Ancorando o meu peito
Só para te ver sorrir
Somos um corpo
Somente [só mente] um corpo
Revestido de partículas
De energia-paixão
Num traço de esperança
Inocente e incoerente
Inconsequente
De nos julgarmos eternos
Sem o sermos
Soltos, leves
Como pessoas tontas
Libertando o grito mudo
Que nos sustem em equilíbrio
Nesta vida de viajantes
