Fotografia da minha autoria

«Foi sempre o meu porto de abrigo»

É a saudade do toque

A ferida da alma em aberto

É a falta do cheiro, do beijo

A ansiedade do risco

E do riso que desarma

O limbo das decisões por impulso

O coração fora do peito

É a saudade

Essa nova unidade de medida

Que me dilacera