«Cristina, tu estás triste

Cristina, nem queres uma flor

Já voltaste a sussurrar ao ouvido 

De quem nem sequer te quer ouvir

Mas tu sabes contar até três

Vê se acordas de uma vez

Desatina e vem dançar

[...]

Tu mereces quem te traga

Uma rosa escondida

No banco de trás

Tu cheiraste-a 

E olhaste para mim

[...]

Ainda grito, bem de longe, Ó Cristina

Não te esqueças da flor aqui

Já não voltaste o olhar

Afinal, que segredos tens tu 

Para me contar?

Estou tão rouco 

Por te gritar Ó Cristina

Que já mal consigo cantar

Mas, no final, eu e tu

Acabamos a dançar»