06
Fev14
Maria do Rosário Pedreira
Hoje, um pouco por falta de tempo, mas também para vos apresentar um sítio sobre livros e autores aonde poderão ir quando quiserem, o Casal das Letras, deixo-vos o link de um texto que ali publiquei recentemente sobre o assunto em título.
http://www.casaldasletras.com/convidados.html

9 comentários
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Obrigado, Maria do Rosário. Muito bom o Casal das Letras!

Pedro A. Sande 06.02.2014
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Obrigada. A ver com tempo.

Beatriz Santos 06.02.2014
Bom Trabalho.
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uma boa ideia.
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Bem haja!

Anónimo 06.02.2014
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Reflexão muito interessante. E o sítio também promete - terei de o explorar com mais tempo.

Anabela F. 06.02.2014
Interessante também foi ler um texto seu com o novo acordo ortográfico aplicado! Já se rendeu? Ou é «política» deste «Casal das Letras»? -
Ai, isso foi coisa do Casal das Letras. E eu nem soube de nada...
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embora indirectamente, não é a primeira vez que as suas reflexões sobre o mundo editorial e literário me trazem à lembrança, a preto e branco mas com uma nitidez estranha (1), a figura e o percurso de Luis Pacheco, no contexto da editora CONTRAPONTO as peripécias trágicas e cómicas da sua vida, dos seus livros, das suas edições de Saramago [o primeiro a reconhecer Levantado do Chão] Virgílio Ferreira Herberto Helder Cesariny Natália Correia e … as polémicas em que se envolveu , a militância ou “guerrilha literária” como ele mesmo designava a sua actividade sem quartel [café Gelo] [ o despiste da CENSURA ] embora indirectamente, não é a primeira vez que as suas reflexões sobre o mundo editorial e literário me trazem à lembrança, a preto e branco mas com uma nitidez estranha (1), a figura e o percurso de Luis Pachecoum pouco a despropósito [como tantas vezes me ocorrem os pensamentos] se não servir de complemento às reflecções que aqui vai fazendo, servirá talvez de suplemento

Miguel de Almacave 06.02.2014
(1)estranha, porque nada presenciei dessa época, tendo apenas lido os relatos deixados pelo próprio os quais, aqui e ali, são arrolados de algum cinismo, é certo, mas que parecem estar abrigados por uma honestidade desconcertante
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Jornalistas-escritores (um dos meus tópicos favoritos), quando são bons são realmente bons:
Eça de Queirós,
Norman Mailer,
Truman Capote,
Ernest Hemingway,
Charles Dickens,
Mark Twain,
Miguel Sousa Tavares (ame-se, deteste-se),
Martha Gellhorn,
John Hersey,
Jack London,
Hunter S. Thompson,
e podia passar horas nisto (e nunca falar em José Rodrigues dos Santos)