O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?

Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.

Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.

Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?

Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.

Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.

Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.

Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.

Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?

Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?

Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.

Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.

“Um povo que não aprende com a história está fadado a repeti-la” (Aristóteles)O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?

Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.

Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.

Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?

Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.

Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.

Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.

Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.

Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?

Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?

Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.

Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.

“Um povo que não aprende com a história está fadado a repeti-la” (Aristóteles)O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?

Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.

Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.

Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?

Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.

Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.

Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.

Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.

Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?

Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?

Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.

Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.

“Um povo que não aprende com a história estáfadado a repeti-la” (Aristóteles)

Por Vinícius Pereira Reis Barbosa

Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.

Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.

Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?

Evolução

Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.

Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.

Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.

Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.

Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?

Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?

Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.

Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.

“Um povo que não aprende com a história está fadado a repeti-la” (Aristóteles)