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Jun19
Maria do Rosário Pedreira
Hoje é dia de crónica e o link aqui vai:
No domingo, vamos lançar na Feira do Livro o novo romance de Mário Cláudio, Tríptico da Salvação. Apareça na Praça LeYa, pelas 17h30. A apresentação é do professor Vítor Serrão.


13 comentários
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Mas tudo isto me põe a pensar: é que, apesar da sua vergonhosa e aparente incultura, sâo os jovens os responsáveis por estes fantásticos avanços da tecnologia!!!

ASeve 14.06.2019
Os Steves Jobs, os putos do facebook, etc. etc.
Portanto, não sei se poderei dizer adeus futuro?
O mundo está sempre sempre sempre em mudança!
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Muito bem, para um tríptico um sábio de dípticos, trípticos, polípticos.

amalivros 14.06.2019
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Pode haver muita razão na crítica à atitude dos jovens sobre este assunto, mas não me parece no caso presente. É absurdo o povo europeu ir votar não havendo povo europeu. Os jovens não se interessam pelos problemas a debater na Europa? Os políticos também não, designadamente os candidatos, visto que não houve um só assunto que apresentassem a debate. Se não há assunto, se não há debate, para quê o voto?

amalivros 14.06.2019
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Bem observado!!!!

António Luiz Pacheco 14.06.2019
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Na mouche

Anónimo 15.06.2019
Bom fds cp
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Aprecio Mário Cláudio, mas ir à feira num fim de semana é facto que repudio. Que o autor viva ainda por muitos anos e a escrever, coisa que faz tão bem.

Bea 14.06.2019
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A juventude alemã participou em bom número, nas últimas Europeias (daí, o bom resultado dos Verdes - "die Grünen"). Será por os jovens alemães não terem oportunidade de ir à praia?

Bom fim-de-semana!
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Votos de sucesso a mais este livro do insigne escritor!

António Luiz Pacheco 14.06.2019
Crónica: o pior é que não são só os jovens… isso toca a todos. Eu conhecia os nomes de vários candidatos, em particular daquele que me interessava e no qual votei, pois faço questão de que ele lá continue a defender pontos comuns de interesse.
Saudações eleitorais cá da Cidade Morena!
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Sobre a votação e a não votação, a coisa está para piorar. Nem se culpem os jovens, porque é quase nula a mensagem que lhes fazem chegar; apenas apelam à participação no acto eleitoral durante a campanha, sem que alguém se importe a explicar as razões positivas do voto. Sim, positivas, porque as razões negativas estão eles fartinhos de observar.

Anónimo 14.06.2019
Recentemente foi lançada ao ar uma ideia peregrina - julgo da boca de um governante dos Açores - propondo nela o pagamento a todos os que descarregassem o voto nas urnas. Faltou na ideia o como, quando e quanto esse pagamento, se em dinheiro ou em géneros líquidos ou sólidos, assim como ocorre quem pense em penalizar quem se abstenha de ir à mesa das eleições, desta feita com uma penalização em dinheiro do género de uma multa de trânsito.
estes dois retro-itinerários (bónus ou penalização) não conduzem a lado nenhum, nem significam que haja mais votos, pelo menos válidos. Permitem, se for o caso, que se metam ao caminho os putativos eleitores, viajando em pedibus calcantibus para engrossarem a fila da votação, enquanto a velha sem dentes, lá nos confins das terras do esquecimento, continuará a roer as castanhas piladas até que a morte, ao contrário dos políticos, se lembre dela. De resto, ela e os seus netos, perdidos no trânsito da cidade, à compita com o trânsito e a falta de transportes, querem lá saber da Europa e dos políticos, quando estes auferem dez a quinze vezes mais do que o seu salário mensal. -
Também me acontece, pelos vistos, passar por anónimo. Talvez seja por falar em votos.
O comentário anterior a esta resposta ao mesmo, é meu. -
Apoiado! Bem observado… e percebi logo de quem era o "coment" (escrevo em inglês para ser mais europeu, eheheheh!), o estilo é inconfundível tal como a pontaria certeira, e quem mais ia lembrar-se das nossas estimáveis velhotas desdentadas?

António Luiz Pacheco 16.06.2019
Grande abraço cá da Cidade Morena, em polvorosa com o congresso do MPLA e almejando pelo governador que já merece e ainda não teve…
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Hoje li uma interessante frase, que, traduzida, é mais ou menos assim:
«Toda a gente fala dos jovens e ninguém se lembra de falar com os jovens».