
Esta paisagem é inconfundível! 😊
Na tua Ribeira sei que sou turista... mas de todas as vezes que lá vou sinto que ela me abraça como se lá tivesse aprendido a andar.Beijinhos a Norte
(^^)

Tão bonito...fazes dos locais coisas especiais! Também gosto de me perder por aí, quando subo a norte!
Beijinhos!

Um poema digno da nossa querida Ribeira junto ao rio dourado.
Pena é, que os turistas também se gostem destes lados da cidade invicta. O ano passado em Outubro, fugi da Ribeira à pressa, antes que fosse sufocada por tanta gente‼‼‼






Andreia, poesia se sente e não se entende... Eu senti essa estrofe do teu poema dessa maneira:
"...Chegas bela e airosa
De olhar citadino
E roupa formosa
Que liga o mundo..."
Chegou olhando a beleza do lugar, com saudades da beleza da tua cidade e a "roupa" que te liga ao Mundo, minha querida, são os teus belos versos, pois tudo que tu olhas com o teu "olhar citadino", se transformam em palavras!
Beijos...
Até Breve!!!
Uma imagem belíssima, que não poderia combinar melhor, com as tuas inspiradas palavras, tão demonstrativas, do profundo amor que te liga a esta zona tão especial e emblemática da tua cidade, que certamente te viu crescer...
Um belo momento, Andreia! Poético e fotográfico!
Beijinhos
AnaOi, Andreia, como estás? Estive afastado dos blogues por um tempinho, inclusive do meu próprio, mas é sempre bom voltar aos que gosto de ler, como o teu. Gostei do poema, especialmente dos versos finais, acho bonita tua ligação com o lugar, e a fotografia é muito bonita!

Untitled
Texto originalmente publicado em Entre Margens
