Boa noite leitores,
HÁ SPOILER!
Finalmente pude ler essa obra que já era desejada há anos. Muita expectativa e ele cumpre bem. Um #thrillerpsicologico nacional, que entrega o #suspense esperado, com narrativa fluída, com personagens misteriosos e uma história criativa. Uma grande diferença nele é que o assassino é revelado logo de início e o que nos mantém #lendo é a busca de solucionar o caso. Temos três personagens masculinos como protagonistas. O detetive Arthur, com uma questão incomum, a síndrome de Asperger. William, o psicólogo que acredita que a #ciencia é mais importante do que tudo, o que o faz ultrapassar limites éticos e humanos e o serial killer, David. O único ponto que me incomodou foi o final, ficando em aberto no todo. Amei a capa e o título.

Atormentado por achar que não faz o suficiente para tornar o mundo um lugar melhor, William, um respeitável psicólogo infantil, tem a chance de realizar um estudo que pode ajudar a entender o desenvolvimento da maldade humana. Porém, a proposta feita pelo misterioso David coloca o psicólogo diante de um complexo dilema moral. Para saber se é uma pessoa má por ter presenciado o brutal assassinato dos seus pais quando tinha apenas oito anos, David planeja repetir com outras famílias o mesmo que aconteceu com a dele, dando a William a chance de acompanhar o crescimento das crianças órfãs e descobrir a influência desse trauma na vida delas. Até onde ele será capaz de ir?
“É possível justificar o mal quando há a intenção de fazer o bem?”
Essa questão não me convenceu, talvez por não termos resposta sobre esse suposto “bem” que seria criado através do estudo. Não houve sentido nas mortes. Como disse Arthur, a própria aceitação da proposta já mostra que para praticar o mal basta querer.

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Beijos e até a próxima .