Depois de contar como passou a enviar diariamente um cangalheiro a casa de João Gaspar Simões na sequência de uma crítica negativa a um livro seu, insistindo na ideia de literatura como vingança, Manuel da Silva Ramos interrompe-se várias vezes graças às gargalhadas incontroláveis, que já se estenderam à mesa e ao auditório. Quem escolheu passar o serão de sexta-feira nas Correntes d’Escritas, de certeza que não se arrependeu.