Ano do Dilúvio, de Margaret Atwood, é um livro visionário, profético, de dimensões bíblicas, que põe a nu o mais ridículo e o mais sublime do ser humano: a nossa capacidade para a destruição e para a esperança.

Margaret Atwood cria um detalhado mundo futuro, crível e horripilante, de experimentação genética fora de controlo, de moral totalmente erodida e de corporações que controlam a vida de cada um. Nenhuma das mudanças tecnológicas ou políticas é tão rebuscada ao ponto de ser inacreditável. Este não é um futuro inteiramente imaginado, mas uma distopia com as suas rotas firmes nos dias atuais.

Margaret Atwood nasceu em Otava, em 1939. É a mais celebrada autora canadiana e, além de A História de Uma Serva – agora uma série de televisão multipremiada –, publicou mais de quarenta livros de ficção, poesia e ensaio. Recebeu diversos prémios literários ao longo da sua carreira, incluindo o Arthur C. Clarke, o Booker Prize (em duas ocasiões, por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, em 2019), o Prémio Príncipe das Astúrias para a Literatura, o Pen Center USA Lifetime Achievement Award e o Prémio da Paz dos Editores e Livreiros Alemães. Foi ainda agraciada com o título de Chevalier da Ordem das Artes e das Letras de França e com a Cruz de Oficial da Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha. Uma das mais ativas vozes do feminismo moderno, na ficção e na não ficção, está traduzida para trinta e cinco línguas. Vive em Toronto.

Nota de Imprensa da Bertrand Editora.