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A barreira da língua é inultrapassável, mas vale a pena deambular pelas livrarias de Macau. Visitei duas, a Pin-to, assim mesmo com tracinho, no Largo do Senado, e uma outra cujo nome terei de recuperar mais tarde, na Rua do Campo. A primeira é uma livraria independente, a segunda totalmente comercial, e para perceber a diferença do conteúdo das prateleiras, do ambiente e do atendimento não é preciso saber cantonense. De um lado do mundo ou do outro, somos muito mais iguais do que diferentes, e as livrarias confirmam-no.