Fotografia da minha autoria

«É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já»

Os primeiros raios de sol ainda mal invadiam o quarto e nós já estávamos prontos para embarcarmos numa nova aventura, com uma dose de entusiasmo acrescida, confesso, porque o último ano foi inconstante nesse sentido. Tendo o nosso país como cenário de fundo, fomos à descoberta de mais um dos seus belos recantos.

Após uma breve paragem por Manteigas, seguimos até Gouveia, que é uma «cidade serrana do distrito da Guarda», localizada na «encosta ocidental do maior sistema montanhoso de Portugal Continental, a Serra da Estrela». Que me recorde, foi a primeira vez que explorei o local, mas fiquei encantada com tudo aquilo que tem para oferecer. Não obstante, tenho noção que ficou bastante por ver, o que é sempre ótimo para regressar.

Gouveia, para além de um vasto património natural, convidando-nos a desfrutar dos seus espaços verdes e de lazer, apresenta um deslumbrante património edificado. Assim, nesta categoria, observamos a

Casa da Torre

[edifício de habitação quinhentista], a

Igreja de São Pedro

[de estilo barroco], o

Solar dos Serpa Pimental de Gouveia

[recuperado para instalar a Biblioteca Virgílio Ferreira] e a

Igreja de São Julião

[de planta retangular]. Por fim, visitamos os

Paços do Concelho

, que já tiveram uma existência enquanto colégio e que, atualmente, albergam o tribunal da Comarca e outras repartições públicas, e cuja área exterior é um verdadeiro encanto.

O Jardim Lopes da Costa foi outra das nossas paragens. Além disso, o passeio não teria o mesmo valor, se não nos perdessemos pelas ruas desta cidade. Para melhorar, fizemos um simpático amigo de quatro patas.

Espero regressar em breve! Já visitaram Gouveia? O que não posso perder?