Extraído do artigo de John Self, do blog de Livros do Guardian.co.uk
Neste artigo, John Self analisa a obra mais conhecida versus a melhor obra de alguns autores. Muitas das vezes elas não batem: o melhor trabalho de um autor não é o seu melhor trabalho.
Concentrando-se em alguns autores que nunca li (Joseph Heller, Kazuo Ishiguro, Evelyn Waugh, dentre outros), ele arrisca palpites sobre as suas obras-primas e convida os leitores a darem a sua opinião sobre estes e outros autores.
Ao final, como bem vindo bônus, ele traz algumas sugestões que emanaram do Twitter:
* Aldous Huxley: The Perennial Philosophy melhor que Admirável Novo Mundo
(convenhamos: essa sugestão é beemmmmm pessoal. Uma coleção de ensaios sobre um romance. Nem ouso me pronunciar. Só sei que Reinaldo vai dizer Contraponto e eu vou discordar)
* William Golding: A espiral melhor que O senhor das moscas
(só li o segundo…)
* Gustave Flaubert: A Educação Sentimental melhor que Madame Bovary
(idem ao anterior, mas pretendo ler A educação sentimental em breve, graças à influência de James Wood, que utilizou o romance como base de boa parte do seu belo livro Como funciona a ficção).
Não tenho conhecimento nem “leitura” suficiente para arriscar palpites acerca de outros autores. Mas alguém se arrisca?