Eu tenho quase certeza de que a intenção do autor seja contrária a esta (risos): o quadro me lembrou aquelas experiências radicais do Alejandro Jodorowsky, que, garanto, não são atéias: quem viu A MONTANHA SAGRADA bem o sabe…
Puxa, forte, visse? Gostei muito!
Mas faria algo parecido com o que tu farias, Leonardo, diante deste quadro: obra de arte de verdade não enforca o espectador nas intenções do autor: vão bem além disso! Que o re-diga meu patrono semiótico Umberto Eco…
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