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Por que razão procuramos o mar nas férias? Ou caminhamos nos bosques nos fins de semana? Pela mesma razão que os nossos antepassados o faziam: pela «vida una» que partilhamos com a natureza.

Lamentavelmente, a reverência pelo mundo natural é cada vez mais periférica, e essa alienação pode custar--nos não só a nossa saúde como a do próprio planeta.

Cerca de 900 a 200 Antes da Era Comum, emergiram, em quatro regiões do mundo, as grandes tradições religiosas e filosóficas que nutriram a humanidade: confucionismo, daoismo, hinduísmo, budismo, monoteísmo e racionalismo.

Apesar das suas diferenças, todas partilhavam um carácter comum: a compreensão semelhante da relação da humanidade com o mundo natural.

Contudo, essa relação alterou-se com o tempo e o elo entre a natureza e o divino perdeu-se gradualmente, o que produziu toda a espécie de danos.

As alterações climáticas, entre outras profundas transformações, são agora uma temível realidade, e o desastre só pode ser evitado se mudarmos não apenas o nosso estilo de vida, mas todo o nosso sistema de crenças.

Em 'Natureza Sagrada', Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no
mundo moderno, investiga o poder espiritual da mundo natural e apela à recuperação dessa sacralidade para evitar um desastre ambiental eminente.

Um texto belo e comovente que chegou às livrarias com a chancela da Temas e Debates. 

Vencedora do TED Prize e com obra traduzida em 45 línguas, Karen Armstrong propõe, neste ensaio rico e subtil a recuperação de um alinhamento emocional com o mundo natural e de uma ligação tão saudável quanto restauradora.