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Depois desta primeira tentativa, voltei à Fyodor lá para Novembro, aproveitando uma manhã de acalmia e já sabendo qual a porta correcta para encontrar a livraria. Encontrei a porta, mas estava fechada (era demasiado cedo e o horário só começava ao fim da manhã). Esta semana voltei a tentar, convencida de que um meteorito iria cair no momento em que eu tentasse entrar no espaço da Fyodor, ou que a revolução iria começar, ou que um buraco iria abrir o chão do Chiado, impedindo-me de concretizar o simples plano. Megalomanias delirantes, claro, porque a Fyodor lá estava, com as suas estantes carregadas de livros. Das compras que fiz darei conta no ‘Alfarrábio’ da próxima edição da Blimunda, a sair lá para o dia 18. De resto, a Fyodor recomenda-se.