10
Jan20
Maria do Rosário Pedreira
A outra crónica (esta para o fim-de-semana natalício), um pouco bolinha vermelha para os mais impressionáveis:
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/21-dez-2019/vaca-sagrada-11640059.html

5 comentários
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Ahahahah! Diz o velho provérbio chinês: Cão que ladra, está crú!

António Luiz Pacheco 10.01.2020
A senhora que substituiu a vaca pelo cão, com o discutível e pouco inteligente objectivo de desincentivar o consumo de carne de vaca pelos filhos (e eles vão aos hambúrgueres?), é daquelas pessoas que nem se apercebe do ridículo em que caem - sim , já sei, estou a ser desagradável, mas é esse o meu objectivo!
Lembro uma mãe de família a quem ouvi há uns anos atrás, ainda jovem, daquelas como hoje se diz muito assertivas, opiniosa e informada, esclarecidíssima, que de manhã na pastelaria, bica numa mão e cigarro na outra (ainda se podia…) declarava com ar seguro e convencido para as companheiras: Nós lá em casa, deixámos de comer carne vermelha!
Um Nobel da Imbecilidade para elas… enfim.Bom fim de semana, o último cá no Bairro Ribatejano… pela minha parte irei ainda ás perdizes fazer a minha despedida, pelos mesmos terrenos onde andou Torga, cuja sombra sempre entrevejo a rodar algum cabeço coroado de estevas, lamento se ofendo alguém por ser eventualmente incorrecto, mas é assim.
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Cão que ladra está crú!

Anónimo 10.01.2020
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Claro, ele só é bom para os chineses estufado com batatinhas, a ingenuidade das senhoras é que é de bradar aos céus!

Anónimo 11.01.2020
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Ponha ingenuidade nisso!

Anónimo 13.01.2020
Então a senhora «demorou um ror de tempo para conseguir ser atendida», sentou-se «num banco corrido à porta da loja», numa espera «prolongada», pois «o estabelecimento estava cheio de gente», e não notou que estava num talho, em vez de numa pet-shop? Mas, nem ela, nem a amiga, notaram que nenhuma daquela gente saía do estabelecimento a fazer festinhas a um animalzinho vivo nos braços?
Não é fácil contar histórias com verosimilhança...