«Eu ouço as marchas de São João

E um coro negro que me traz tanta emoção

Nas ruas, a amargura calou a voz

Só resta, entanto, um quanto espanto

Que me faz erguer a voz dos meus avós

Daquilo que era e que sempre será

[...]

Olhai o triunfante trovador

Cantar o seu romance e o seu esplendor

Que é sol de pouca dura, dá luz sem cor

[...]

Mais do que o fogo que arde sem se ver

Mais que a palavra que o mundo faz esquecer

Mais que o ciúme que a terra conheceu

Amor perfeito, quem será que o entendeu?»