«Tenho na ponta dos olhos

Pinturas do céu que há para ti

Sou poeta para quem não me ouve

Só canto os meus versos por causa de ti

[...]

Tudo o que enrugou cedo

Agarras com força para ti

Nas histórias quando tu me encantas

Só espantas os medos com o teu alecrim

Se voar fosse promessa

Eu voava sobre o teu jardim

E no passo de quem tropeça

Avó, não te apresses

Tomo conta de ti»