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| Fotografia da minha autoria |
«Em cada rosto igualdade»
A conquista da Liberdade, através da Revolução dos Cravos, não é apenas mais uma página da História do nosso país. Nascida em 92, tenho consciência do privilégio que é não ter sentido na pele a censura e todas as suas ramificações. Portanto, sei que continua a ser urgente lutar por abril, para que a ditadura e a opressão política não voltem a monopolizar o espaço - e a vida - do povo; para que não volte a ser um dialeto comum.
Celebrar o 25 de abril parece-me sempre fundamental, não só pelo simbolismo, mas também pela possibilidade de investirmos na consciencialização daquilo que implicou [e dos acontecimentos que antecederam este renascer]. Deste modo, nada como fazê-lo através de «uma geração de intelectuais, pensadores e artistas [que] encontraram na clandestinidade e no exílio a única forma de resistirem ao regime».
A audácia de quem acreditou foi a esperança de um novo dia. E, como escreveu Sophia, foi «onde emergimos da noite e do silêncio/e livres habitamos a substância do tempo». E, agora, podemos gritar sempre liberdade.
CELEBRAR ABRIL
COM LIVROS





COM MÚSICA
COM FILMES
COM SÉRIES





COM POESIA
[Ary dos Santos]

[Manuel Alegre]

[Maria Teresa Horta]

[Bocage]

[João Apolinário]

«Não o prazer, não a glória, não o poder: a liberdade, unicamente a liberdade»
