
Boa tarde, leitores.
Finalizei essa #leitura no fds. Um livro parado na minha estante há uns três anos, o comecei a ler devido ao tamanho das letras, sua formatação me fez deduzir que seria rápida. Gosto do estilo, porém não li muita coisa do gênero, portanto para mim foi uma ótima surpresa. Gostei da narrativa, do desenrolar, da fluidez, dos personagens, embora o fato batidíssimo de todos os personagens masculinos se interessarem pela protagonista me enfadonha bastante. As reviravoltas e surpresas são boas, inesperadas. A história nos prende até o fim. Esse é o primeiro de uma saga de três volumes. Talvez eu tente ler a continuação em algum momento desse ano. No livro que inicia a saga e a intitula, a sociedade de Norta é apresentada. Dentro desse sistema social, o que determina a posição de um indivíduo é a cor do sangue: vermelho ou prateado. Os habitantes com sangue vermelho integram a plebe do reino, estão destinados a sustentar os caprichos da elite e realeza, ambas com sangue prateado, além de servir como soldados nos fronts de uma guerra empreendida há anos contra os reinos vizinhos. Mais do que a simples diferença de cor do sangue, os prateados se estabeleceram como governantes graças aos poderes sobrenaturais que esse tipo sanguíneo confere ao portador, tornando-o quase invencível. Ardilosa e calculista, a autora tece uma narrativa cheia de tramas e jogos políticos. A escrita em primeira pessoa intensifica a sensação de conspiração durante toda o enredo. Acho um livro importante, pois embora seja no campo magia, alguns pontos e temas sugerem reflexão.
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue uma chance.
Beijos e até a próxima 📚.
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