Caro anónimo que assina John Dalton,
sobre calças justas e tomates apertados não tenho muito a dizer.
Sobre o Livre de Poche, imagine que conheço algumas pessoas que o lêem, e que fui conhecendo várias outras que o fazem há muito e que até recomendam volumes (por exemplo, tive professores de francês que o fizeram e por isso lhes agradeço). Saber que há livros de bolso portugueses não me parece critério para provocar o silêncio sobre o Livre de Poche. Podemos falar dos exemplos que dá e de vários outros, da Colecção das 3 Abelhas aos Livros de Horas manuelinos, com alguma boa vontade, e então? LI um artigo sobre os 60 anos do LIvre de Poche e apeteceu-me partilhá-lo com os meus leitores. O facto de serem livros feitos fora de Portugal não me traz nenhuma dor de alma, nem partilho do mote ‘o que é nacional é bom’ a todo o custo.
Cumprimentos.