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“Dezenas de editoras, a maioria das quais hoje desaparecidas enquanto casas independentes, estavam nessa altura a produzir livros intelectualmente relevantes. Algumas, como a McGraw-Hill, que publicou grandes autores como Vladimir Nabokov, viraram-se para a área do livro técnico e de gestão. Outras, como a Schocken, a Dutton ou a Quadrangle, submergiram em grandes grupos económicos, tendo perdido identidade própria. Outras ainda, como a John Day e a McDowell Obolensky, juntaram-se aos anais da História, fazendo agora parte de um passado em larga medida esquecido.”

André Schiffrin, O Negócio dos Livros, Letra Livre (tradução de Octávio Lemos e Rui Lopo, intróito de Vítor Silva Tavares; pg. 92)