
Em 1942, o militar inglês Arthur Dodd foi capturado pelo exército nazi e levado para um lugar distante e ermo. De início pareceu-lhe uma enorme quinta onde ele e os companheiros seriam pelo menos bem alimentados enquanto aguardavam pelo fim da guerra – mas estava engando. O nome desse lugar era Auschwitz.
O jovem soldado foi colocado na zona do campo de concentração onde várias empresas alemãs, muitas ainda hoje existentes, produziam equipamento indispensável ao esforço de guerra do Terceiro Reich. Faziam-no com recurso ao trabalho escravo dos prisioneiros, que eram seleccionados à chegada pela famigerada equipa do Dr. Mengele e depois alvo de uma violência brutal e constante. Foi neste clima de hostilidade extrema que judeus e britânicos arriscaram a vida a ajudar-se mutuamente, a transmitir informações para o exterior, a planear fugas e, acima de tudo, como nos conta Arthur, a sabotar a produção do campo.
Tradução de Isabel Pedrome.
Nota de Imprensa da Oficina do Livro.