Cumpri a promessa e (tentei) assisti(r) a algumas das videocríticas. Não deu para acompanhar nenhuma delas até o final pois: 1- o som está baixo no computador em que estou (na minha casa, o reprodutor de vídeos está sem funcionar); e 2- incomodou-me um fator que o André enumerou na sua análise do livro de Roald Dahl em relação às versões fílmicas: “a versão escrita tem mais aventuras”!

De antemão, alguns comentários: senti uma espécie de “vergonha alheia” por ti enquanto te assitia (não entenda como demérito, mas uma impressão inicial apenas: não consegui ser imparcial na análise do vídeo, por te conhecer); teu filho é ótimo, Leonardo, tem muuuuuuuuuuuuuuuuuuuito futuro! Amei o gesto como ele gesticula afobadamente: dá muita movimentação às suas apreciações, apesar de eu me preocupar com alguns aspectos que parecem tão chistosos quanto viciosos (a brincadeira com a “preguiça” de ler ULISSES, por exemplo – que me fez rir, não vou mentir!); as aberturas (principalmente da versão infantil) de “O Lugar do Livro” são geniais, parabéns!

Vi pouco (os começos de vários dos vídeos), mas poderemos conversar pessoalmente a partir disso… Quando puder, verei mais. Eu tentei, claro, mas prefiro os textos escritos mesmo, OK?

Abração, e parabéns pela validade das extensões audiovisuais da bibliofilia!

Wesley PC>