
Esta série é um documentário de seis episódios sobre o London Major Trauma Centre que recebe chamadas de situações de trauma graves que põem em risco a vida das pessoa (acidentes de mota, atropelamentos, um acidente grave num parque de diversões, acidentes que podem levar à perda de um dedo, um braço, uma perna, a uma lesão cerebral grave, etc).
Acompanhamos vários casos de trauma graves, a forma como afectam a vida dos pacientes e também das suas famílias mas, além disso, também ficamos a conhecer muitos dos cirurgiões, médicos, enfermeiros e paramédicos que fazem um trabalho dificílimo e sempre sob pressão.
Além da recuperação física que um trauma grave implica (quando a pessoa tem a sorte de não morrer, que é o caso de todos os pacientes que surgem na série), também se fala bastante do lado psicológico que lidar com uma situação de vida ou morte implica para os próprios pacientes.
É uma grande série, sem dúvida, que merece todos os elogios por mostrar estes pacientes, estas famílias, estes profissionais de saúde do NHS. Tenham atenção que é uma série bastante gráfica que mostra cirurgias com algum detalhe.
Que filme bonito e comovente.
Eu já tinha adorado o livro, mas o filme não lhe fica nada atrás, muito pelo contrário. Ray e Moth são um casal na casa dos 50 anos que perde tudo. A casa. A quinta que era o seu meio de sustento. Como se não bastasse, Moth é diagnosticado com uma doença neurológica rara e sem cura. Não tendo onde viver e não sabendo o que fazer decidem simplesmente andar pela Costa Sudoeste da Inglaterra, junto ao mar, acampando pelo caminho.
O filme tem a vantagem de nos trazer as imagens das paisagens belíssimas que vão encontrando, as praias, as falésias, o campo e os animais, as focas, os coelhos, os veados.
Uma história incrível de resiliência que termina bem. No final, Ray transcreve as notas da viagem para as oferecer ao marido, Moth, e estas acabam por se transformar num livro bestseller e, agora também, num filme. Recomendo muito.
Em 1932, dois irmãos gémeos, veteranos da Primeira Guerra Mundial, regressam à sua cidade natal no Mississippi para abrir um clube de blues.
Não sabia mesmo o que esperar deste filme, mas esta combinação de vampiros e boa música resultou para mim. A cena dos vampiros a cantarem música irlandesa à noite é qualquer coisa de muito bom. Uma boa surpresa.
Um filme bastante pesado sobre um homem que sai da prisão depois de ter abusado sexualmente do próprio sobrinho. Depois de sair da prisão, Joe passa a viver numa casa com outros pedófilos onde é ajudado por uma antiga freira e onde passa a ir à missa todos os domingos.
Ao longo do filme, vamos acompanhando a forma como a família lida com tudo o que aconteceu. Um filme muito bem conseguido sobre um assunto pouco abordado.