Fotografias da minha autoria

Uma sessão de escrita matinal foi a oportunidade perfeita para riscarmos mais um restaurante do roteiro gastronómico. Uma vez que a Sofia abraçou a missão de experimentar 12 francesinhas diferentes, este ano, e eu nunca recuso comer francesinha, a escolha foi imediata.

   

O Capa na Baixa, localizado na Praça de D. João I, pertence ao grupo Capa Negra, cujo propósito é manter a identidade portuense, mas acrescentando-lhe «um look mais moderno e novas sugestões». Já tinha ido ao Capa no Rio algumas vezes e a experiência foi sempre positiva, portanto, estava bastante curiosa - e expectante - para conhecer este restaurante.

Devo confessar que fiquei surpreendida assim que entrei, porque achei, pelo que via de fora, que a sala seria mais pequena. No entanto, é bem maior do que imaginei, sem perder um traço acolhedor, corroborado pelo atendimento simpático e sempre prestável. Outro aspeto que achei interessante, foi o facto de terem um botão incorporado nas mesas, que nos permite chamar um dos funcionários, cancelar ou pedir a conta. Creio que é um método benéfico para todos.

   

Para entrada, pedimos um dos famosos rissóis de carne, que estava delicioso. Para acompanhar a refeição, pedi uma Munich Dunkel, uma cerveja de perfil torrado, com aroma a frutas secas e um travo a caramelo - achei curioso que os sabores fossem ficando mais evidentes à medida que ia bebendo. Já a francesinha escolhida foi a Rainha do Capa, a especialidade da casa, com bife de coração de alcatra, e cumpriu todos os requisitos: carne suculenta, picante na dose certa e um molho líquido, mas não em demasia. Como acompanhamento, pedimos ovo e uma dose de batatas, suficiente para duas pessoas (estes acompanhamentos são pagos à parte). E terminei o almoço com um Cheesecake de Maracujá.

Se forem do Porto, morarem perto ou estiverem de passagem, recomendo imenso que incluam o Capa na Baixa no vosso roteiro. Sem qualquer dúvida, vou querer regressar.