Olá, leitores.
Minha segunda experiência com o autor, lido em e-book, confesso que em alguns momentos tive dificuldade de entender de qual personagem a história narrada se referia. Urbino, Florentino e Fermina não são protagonistas fáceis de esclarecer, com muitos defeitos e até aí eu compreendi facilmente. Porém, apesar de entender que o livro foi escrito há muitos anos, pra mim é impossível naturalizar certos trechos. Importante lembrar de que no século XIX já existiam pessoas lutando por direitos civis e humanos. Algumas abordagens no texto são além de problemáticas, hoje considerado crime. Não gostei tanto quanto a maioria das pessoas por isso. O termo cólera se refere a epidemia da doença na época, mas também a um sinônimo de raiva.

Ainda muito jovem, o telegrafista, violinista e poeta Gabriel Elígio Garciá se apaixonou por Luiza Márquez, mas o romance enfrentou a oposição do pai da moça, coronel Nicolas, que tentou impedir o casamento enviando a filha ao interior numa viagem de um ano. Para manter seu amor, Gabriel montou, com a ajuda de amigos telegrafistas, uma rede de comunicação que alcançava Luiza onde ela estivesse. Essa é a história real dos pais de Gabriel García Márquez e foi ponto de partida de ‘O amor nos tempos do cólera’, que acompanha a paixão do telegrafista, violinista e poeta Florentino Ariza por Fermina Daza.

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