Minha intenção ao ler os livros da Bridget Jones era espairecer um pouquinho, já que estava lendo muito livros do Stephen King que claramente têm histórias mais pesadas. Sinceramente, eu já não gosto muito do gênero chick-lit, mas resolvi dar uma chance porque né, todo mundo conhece Bridget Jones, nem que seja pelos filmes, mas a verdade é que eu achei a personagem tão contra os meus princípios que eu acabei não gostando dos livros.
Adoro os encantos do inverno. Eles nos mostram que estamos à mercê das intempéries e que não devemos focar tanto na nossa aparência nem em trabalhar demais, e sim ficar aquecidos e ver tevê.
Resumindo, o que me atrapalhou com a história de Bridget foi justamente a personagem: não consigo achar normal uma pessoa de 30 anos que age como se tivesse 15, que bebe todos os dias, fuma todos os dias, praticamente não come e não procura ajuda. A verdade é que, mesmo que os fãs não admitam, Bridget é alcoólatra, tem vários outros problemas que precisam ser tratados. E não, não é engraçado.
Títulos Originais: Bridget Jones's Diary | The Edge of Reason
Autora: Helen Fielding
Páginas: 288 | 400
Tradução: Beatriz Horta | Alda Porto
Editora: Paralela
Livros recebidos em parceria com a editora
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