Jeanne Marie Gagnebien: "Querido diferencia com razão a diversidade e a amplitude do pensamento de Benjamin, que o tornam ao mesmo tempo inclassificável e sedutor, da pecha de incoerência ou mesmo de contradição. Nesse percurso, procura seguir um “fio vermelho” na obra labiríntica de Benjamin, “um pensamento destrutivamente produtivo”.