10
Jan20
Maria do Rosário Pedreira
A outra crónica (esta para o fim-de-semana natalício), um pouco bolinha vermelha para os mais impressionáveis:
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/21-dez-2019/vaca-sagrada-11640059.html

5 comentários

Anónimo 10.01.2020

Anónimo 11.01.2020

Anónimo 13.01.2020
Então a senhora «demorou um ror de tempo para conseguir ser atendida», sentou-se «num banco corrido à porta da loja», numa espera «prolongada», pois «o estabelecimento estava cheio de gente», e não notou que estava num talho, em vez de numa pet-shop? Mas, nem ela, nem a amiga, notaram que nenhuma daquela gente saía do estabelecimento a fazer festinhas a um animalzinho vivo nos braços?
Não é fácil contar histórias com verosimilhança...