Esta semana passei no quiosque do costume para comprar estes dois clássico que vinham com o Público:
- Odisseia de Homero (ou  Hómēros, como é o nome verdadeiro (como fui alertada pelo Luirs R.));
- O Príncipe, de Maquiavel (ou Niccolò Machiavelli como é o nome verdadeiro deste político italiano).

E com isto tudo pergunto-me porque é que antigamente traduziam os nomes dos autores (o mesmo aconteceu com o Júlio Verne, cujo nome é Jules Verne).
Ainda bem que hoje em dia já não fazem isto, mas como o povo português está habituado a estes nomes traduzidos, para os clássicos já não há quem use os nomes verdadeiros e faz-me uma confusão! Primeiro que percebesse (no goodreads) que o Maquiavel era o Niccolò Machiavelli, foi um trinta e um (se é que me entendem).