22
Jan21
Maria do Rosário Pedreira
Quase todos os dias recebo os recortes de imprensa, críticas e notícias relacionadas com livros e autores que os meus colegas e eu publicamos. Por vezes, porém, o âmbito estende-se a áreas que não têm muito que ver com literatura: a gastronomia, a política, a música... Foi, de resto, o que me aconteceu há dias quando vi que, apesar de 2020 ter sido um ano muito atípico, alguém fazia uma selecção dos melhores álbuns de música do ano e não eram poucos. Fui ver em pormenor. Mas, ao fim de um parágrafo, fiquei elucidada. Deixo-vos o texto em questão:
«Olhando para o quadro geral, o hip hop é a cultura mais representada: de ProfJam & benji price e Silab & Jay Fella a T-Rex, passando por Capicua, nastyfactor, Maudito e 9 Miller, sem esquecer Sam The Kid, DarkSunn & Maria e Keso. Ou Tristany, o mais votado de 2020, que liga as pontes entre estes e, por exemplo, Scúru Fitchádu ou Dino D'Santiago. Daí para Nídia, PEDRO, A.K.Adrix e Pongo vai um pulinho...»
Vivemos mesmo em Portugal? Estou desconfiada de que não. Nem imagino o que tem isto a ver com livros, mas nunca se sabe. Bom fim-de-semana.