03
Nov22
Maria do Rosário Pedreira
Há muita gente supersticiosa com o número 13 e creio que, por exemplo, a maioria dos hotéis não tem o quarto número 13 para evitar recusas ou miúfa dos clientes. Diz-se ser o 13 o número do azar, em especial se se tratar de um dia 13 que calhe a uma sexta-feira, data geralmente escolhida pelos hackers para fazerem das suas. Mas eu não tenho nada contra o 13 (até me baptizaram num 13 de Outubro, data da última aparição da Nossa Senhora em Fátima), e menos ainda contra o 13.º aniversário das 5.as de Leitura da Figueira da Foz, as quais frequento há muitos anos, sobretudo como editora, uma vez que muitos dos autores que publiquei ao longo dos anos já foram convidados a participar nelas. Desta feita, vou como escritora celebrar uma actividade que começou por ser conduzida por António Tavares (quem diria que eu haveria de publicar os seus livros quando o conheci como vereador da Cultura da Câmara da Figueira?) e que agora conta com a moderação irrepreensível de Teresa Carvalho. Por isso, mais logo, pelas 21h00, lá estarei a apagar as treze velas enquanto converso sobre os meus livros e a minha actividade editorial. Se estiver por lá ou por perto, apareça.
