Regressar à casa já
como centro cultural, expositivo, residencial é um sonho cumprido. Um espaço
ideal para ler, lembrar, descobrir, criar e sobre tudo estar todos juntos à volta
da mesa, das pessoas, da casa, do jardim... Para sempre!
Encontrar-nos
mais uma vez com o Dr. Jorge Costa, D. Fernanda Irene Fonseca e Catarina foi
muito emotivo e ficamos muito agradecidos pela acolhida e boa disposição. A
leitura escolhida para este primeiro encontro foi o livro que completa o nome do espaço A CASA
AMARELA – PARA SEMPRE, esperamos que seja uma premonição do futuro, uma grande
família à volta do Vergílio Ferreira... Para sempre!
Aproveitamos para
fazer uma performance-representação inspirada em diálogos do livro. Foi uma
grande e gratificante experiência poder representar no mesmo lugar onde se
originaram as histórias e a vida do escritor. Aqui temos a versão 2025 do Para
Sempre por parte do recém criado Grupo Performativo Para Sempre
Já temos saudades
da casa, da Vila de Melo, dos nossos anfitriões e ficamos mesmo ansiosos da proposta de leitura do Dr. Costa para a nossa próxima visita:
Alegria Breve, esperemos que a espera seja mesmo breve e a alegria da leitura muita e reconfortante.
Até a próxima
Vergílio Ferreira! Até a próxima Casa Amarela!
Jesús
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Levamos umas lembranças maravilhosas do dia passado em Melo. Adoramos a Casa e deambular por todos os espaços dela, como espectros e como leitores curiosos. Já nos sentíamos vergilianos, mas, agora, creio que somos formalmente vergilianos.
Raquel
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Em suma, foi, na realidade, um dia fantástico, passado na Casa Vergílio Ferreira e, ao almoço, à "volta da mesa", a falar do que verdadeiramente nos encanta - as artes e as letras.
Estivemos, assim, todos, não só à volta da mesa, mas também, como o narrador-protagonista de "Para Sempre", à volta da "casa amarela" ("Dou a volta à casa toda, dou a volta à vida toda").
Aproveito ainda para felicitar o Jesús pela feliz criação da encenação ou "perfomance" inspirada no romance "Para Sempre", felicitações extensivas aos atores que estiveram muito bem. A vossa encenação trouxe-me à memória, como vos transmiti na altura, a dedicatória que Vergílio Ferreira inseriu no exemplar de "Para Sempre" que ofereceu a Eduardo Lourenço e que cito aqui, de novo: "À Annie e ao Eduardo
esta dança de espectros como é próprio de um (quase) espectro.
Com um abraço do mesmo Lx. Dez.83"
Dr. Jorge Costa