Por Ademir Demarchi O convívio com os livros de Augusto de Campos e suas traduções é sempre altamente estimulante para qualquer um que esteja envolvido com a escrita ou reflexão sobre linguagem ou na prática de mera leitura errante. Tal assertiva seria quase dispensável, não fosse o fato de que, em períodos de empobrecimento do debate público e de fragilização das políticas culturais e educacionais, torna-se necessário reafirmar o papel decisivo da linguagem como espaço de consciência...