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(imagem retirada aqui )

2017, Borgonha - Violette Trenet, nome de casada Toussaint (Todos-os-Santos) é guarda do cemitério de Brancion-en-Chalon.

Violette uma jovem mulher, sofrida, que em determinada fase da vida não existia, estava vazia.

Violette uma mulher que não gosta da infelicidade e que decidiu que esta tinha de acabar um dia.

Uma mulher bonita, triste, com dois roupeiros: verão e inverno, e que transmite serenidade a quem se cruza com ela.

Uma história muito bonita, com uma escrita poética, repleta de pequenas frases sobre a vida, a morte, a ausência daqueles que já partiram.

Uma história sobre morrer em vida e pouco a pouco renascer no local mais improvável - um cemitério.

Um livro que vale a pena ler, com uma história muito bonita e que fiquei com pena de terminar.

"Há uma coisa mais forte do que a morte: a lembrança dos ausentes na memória dos vivos". (pág. 53)

Boas leituras!