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Já aqui falei sobre este livro quando terminei a sua leitura mas vou-me lembrado dele e da possibilidade de existir um segundo, terceiro, quarto livro e por ai fora, tendo em conta o número de situações em que podemos de facto se enganados.

Uma situação recente: passeio pela baixa de Lisboa, o pequeno gosta de Tuc-Tuc´s por isso fomos tentar saber em quanto ficaria uma voltinha.

Fizemos dois pedidos e em ambos os casos a abordagem foi a roçar o mafioso. Começa logo pelo facto de quando indicamos que no máximo seria meia hora torcem o nariz. “Quem é que pode fazer meia-hora?” ninguém respondeu.... até que lá vieram dois matarruanos mal-enjorcados, estrangeiros e com ar meio bebido...voltámos costa ainda que percebêssemos que houve um que veio atrás de nós. Nem soubemos preços.

Mais abaixo já próximo do Terreiro do Paço, nova questão nova pergunta “Quem pode fazer meia hora para Tuga. Peço de amigo”. Nova dificuldade de resposta... lá veio um rapazito... “Meia hora normalmente é 40€, mas raramente fazemos... para vocês faço 30€”. 30€ nem pensar dissemos. Obrigado e boa tarde. Ainda vieram atrás de nós... “Vá faço 25€”.

Acabamos por encontrar um rapazito que andava à procura de clientes e que fez quase 40 minutos por 20 €, que ainda assim não é barato.

Moral da história. Os senhores dos Tuc-tuc´s em Lisboa fazem viagens com turistas a cobrar 80€ há hora e para o Tuga fazem uma atenção e só querem cobrar 30 € por meia hora...

Podem-me dizer-me o que quiserem, mas a palavra que se aplica é garganeirice como diria a minha avó. Ganhar dinheiro sim mas a honestidade tem de lá estar.

Por isso tente fazer por não se deixar enganar!