21
Fev22
Maria do Rosário Pedreira
Em Portugal, já há muita gente que vai à biblioteca pública ler jornais, visitar sites, investigar na Internet, compor um CV, comprar coisas em lojas digitais, preencher o IRS, enfim, fazer muita coisa que não é propriamente ler livros. Noutros países, é mais frequente ainda pessoas estarem nas bibliotecas a consultar anúncios de emprego ou a preencher formulários online. O problema é quando se trata de mães e pais que têm filhos pequenos de quem não se podem separar, sobretudo porque as crianças parece que nascem a adorar teclas e dificultam muito a vida aos progenitores quando estes precisam de ver o que está no ecrã ou digitar sem ajuda dos petizes. Mas eis que alguém teve a bela ideia de comprar um mobiliário francamente útil e inovador para facilitar a vida a estas pessoas e, ao mesmo tempo, apresentar a criança desde tenra idade aos livros. São casos raros, claro, mas necessários, e nem parece assim tão complicado reformular uns cantos nas bibliotecas que já existem para agradar a todos. Ora vejam lá se não tenho razão...

