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Fev22
Maria do Rosário Pedreira
Amanhã começam mais umas Correntes d'Escritas, desta feita as vigésimas terceiras. Depois de no ano passado o festival ter sido não-presencial e reduzido a algumas actividades transmitidas no Facebook, voltaram as sessões ao vivo, se bem que, para evitar calamidades, com público contadinho e diferentes localizações. Em todo o caso, os convidados são de novo muitos: de Adolfo Luxúria Canibal (dos Mão Morta) a Yara Monteiro (autora angolana radicada em Lisboa), mais de sessenta serão os participantes nestas Correntes, de músicos a escritores, designers, ilustradores, editores e fotógrafos, mas todos ligados, no fundo, às letras. Uns mais jovens, como a crítica e escritora Ana Bárbara Pedrosa, outros veteranos, como Onésimo Teotónio de Almeida, todos têm o seu lugar na festa literária mais concorrida do País, que conta com leituras, mesas-redondas, exposições, filmes e partilha de testemunhos com alunos das escolas. Eu, como sempre, vou andar por lá, por isso não me esperem muito presente aqui no blog esta semana. Se lá puderem passar, óptimo.