KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

De fato, tomei um choque ao imaginar Déborah utilizando FAHRENHEIT 451 em sala de aula. Nada pessoal acerca dela (afinal de contas, nunca a vi pessoalmente, imagino-a a partir dos comentários de Reinaldo – risos), mas fiquei curioso ao imaginar como ela teria chegado a este filme magistral do François Truffaut, que, infelizmente, ainda é pouco visto e conhecido, apesar de ser vendido por R$ 9,90 nas Lojas Americanas… Juro que fiquei empolgado por instantes (risos). Continuo empolgado, aliás, mas… Puxa, como seria bom…

Quanto a mim, se fosse para escolher um livro para “ser”, para decorar a fim de que ele sobrevivesse, creio que me renderia aos “Pensamentos” de Blaise Pascal. É um livro-carne, sinto isso sempre que o releio…

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