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«Em 1886 vinha a lume o Brasileiro Soares de Luís de Magalhães. Apadrinhava-o Eça de Queirós com o prefácio, datado em Bristol de Maio do mesmo ano. Desse prefácio, como a generalidade se entressacha  na teia espiritual das relações entre ele e Camilo, recortamos as passagens essenciais. Em verdade o dissecado não é o Brasileiro Soares, mas o romantismo. Alvejando a velha escola, procurava tocar Camilo. Tirante este, que vulto se enxergava no arraial? Só ele pintou, e com que tintas, uma copiosa galeria de brasileiros, por natureza destinados a figurantes do seu guinhol, porque social e economicamente eles detinham o primado em Portugal... A pena de Eça é fulgurante, mas nem sempre o golpe, ao despedir-se, irradia o lume simpático, o lume clarinho da boa e incontroversa razão.»
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