(...) «Foi a propósito da reforma destes dois professores universitários que escreveu as linhas seguintes, de uma tal actualidade que elas são como um lema vivo para o Mundo de hoje:
"Não basta que se conceda à livre literatura um largo lugar e mesmo se passe adiante, em silêncio, sempre que tresvaria. Ela precisa ainda mais de atenção e de interesse do que de silêncio; acha-se mais a seu cómodo num anfiteatro do que numa planície. Por isso nos associamos aos votos expressos pelo sr. Villemain. Permitimo-nos também lembrar, a meio dos êxitos e grandezas da nação industrial e militar, que há um país moral, literário; e sem que demos tratos à imaginação quanto aos meios de o restaurar e revigorizar, teríamos muito prazer que os outros mais hábeis do que nós se dessem a esse empenho. Há vantagem e obrigação para qualquer regime que se consolide na nossa França, que a torne próspera e sossegada, de suscitar sem perda de tempo a sua própria geração de espíritos e de talentos."»...